A Menina e o Equilibrista

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“– Creio que a pureza da alma das crianças tem o poder de despertar nas pessoas um sentimento essencial à vida, que é a fé nas coisas simples. Ao desistir de tudo, imagino que seu coração estivesse vazio. De alguma maneira, sua fragilidade permitiu que a pureza do sentimento de esperança de Angelina o contagiasse. Não pode culpá-la de suas decisões, mas pode agradecê-la por acordar a última fagulha acesa que possuía. Já a responsabilidade de cultivar essa fagulha até que se torne chama, e essa chama até que ilumine, é inteiramente sua.”

 

RESENHA: http://www.catracaseletiva.com.br

“A linha tênue entre o desespero e a fé, é uma deliciosa simbiose entre os personagens desse livro, que se encontram na antagonia dos sentimentos. Ao final, demonstra que o amor é resistente a tudo e provoca milagres”.

– Gisele Ferreira, Curadora do Flipoços, Festival Literário de Poços de Caldas/MG.

 Uma história emocionante! Encantadora! Uma jornada mágica que inicia com um “sim”. A possibilidade de refletir sobre a existência, e rever aprendizados, pelos caminhos dos personagens, de maneira leve e envolvente, descobrindo que somos, de alguma forma, equilibristas, ocasionalmente “meninas” e precisamos muito dizer “sim” em nossas vidas.

– Eliane Ratier, membro da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto/SP.

Em A Menina e o Equilibrista somos convidados a repensar a tragicidade da vida através do olhar de uma criança. Saímos da leitura renovados e dispostos a encarar a vida como ela é, sem esquecer de quem somos e a que viemos.

– Claudia Zanin, revisora e professora de Língua Portuguesa.

 Palavras que são cores para expressar sentimentos. É assim que retrato o estilo literário de Bruno Félix. Em prosa ou verso seus textos cativam e ascendem à luz da sensibilidade.

– Maria Rita C. P. Miranda, Presidente da Academia Paraisense de Cultura.