Ex citando Drummond

Ah, essa anja torta
Que cavalga a nuca do poeta
Abriu-se majestosa e circunspecta
A ele, isso pouco importa

Bom dia, disse a moça
Mas ele não respondia
Na praia, na ventania
A moça mostrava a coxa,

A moça mostrava a nádega
Ao poeta circunspecto
Que sentado, de corpo erecto
Seduziu a garota pândega

Ela trepou a lhe cavalgar
Ela procurava alegria
Cabe a nós fazer poesia
nesta janela sobre o mar.

 

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Clipping

Foram publicadas essa semana na revista Expressão Livre, duas matérias sobre meu trabalho! De acordo com o editor, Rodnei Carvalho, sou o paraisense que mais aparece em matérias culturais nessa revista! rsrsrs

Deixo aqui meus agradecimentos a toda a população de São Sebastião do Paraíso, e à equipe da revista.

Ah, quem quiser ler online, basta acessar o site:   http://www.revistaexpressaolivre.com/

Abraços, e até breve!

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Rock in Rua Paraíso 2016

Aconteceu domingo, dia 14 de fevereiro, a sexta (e maior) edição do Rock in Rua Paraíso.

O evento, que começou com uma inocente brincadeira de rua que fiz em 2013 (LINK), veio crescendo a cada edição, sempre sem fins lucrativos e com caráter beneficente. Nessa última edição, ganhei o reconhecimento e apoio da Secretaria de Cultura de São Sebastião do Paraíso, e pude organizar o maior e melhor Rock in Rua que minha pequena cidade já viu.

O som começou a rolar às 13h:30min e se estendeu até o cair da noite, com seis bandas locais, uma banda de Ribeirão Preto/SP, e uma banda de Serrana/SP. Além das oito bandas, contamos com a presença de um grafiteiro e de uma feira de discos de vinil.

Mesmo sendo na rua, sem cobrança de portaria, arrecadamos mais de 110kg de alimentos não perecíveis que foram entregues à LBV daqui, o que fez valer todo o esforço.

Trabalho, muito trabalho. Mas muito gratificante. Stress? Sim, sempre rola um stress que me faz, por vezes, dizer que “esse será o último Rock in Rua que organizo”. Mas não. Apesar de minha cidade não gostar realmente de mim, eu sei que no fundo eu amo esse lugar. Aqui temos o rock, e temos a rua. Sempre. 12622232_571239389718937_6641506104275806025_o

Filosofando: à direita do Pai.

Meu nome é Bruno e garanto que, assim como o inferno está cheio de boas intenções, à direita do Pai certamente há toda sorte de inventores e artistas, o que demanda uma vastidão de cadeiras (quisera eu que esta fosse a prova do infinito conceitual) para que os mesmos tomem confortável assento eterno.
Imagino que ali (agora adentro o ramo das suposições), algum querubim já tenho posto a harpa de lado ao ouvir Bach e Mozart em pleno embate melódico com Hendrix e Stevie Vaughan, em um sarau onde BB King, T-Bone, Chester Burnett e outros parecem desatentos ao tema, porquanto questionam Rev. Gary Davis acerca das possibilidades jurídicas de trazerem Robert Johnson às mesmas cadeiras.
Percorrendo o amplo (infinito?) salão, e claro, ainda à direta do Pai, verifica-se que certamente o Filho não precisou operar nenhuma transmutação de líquidos. Isso porquê há séculos já tomaram assento os inventores do vinho e da cerveja.
E tudo segue de bom a melhor, pois quem inventou o ar condicionado também já deve ter sua cadeira em bom lugar.

 

 

 

 

 

 

 

Anuário da Nova Poesia Brasileira 2016

É com satisfação que venho aqui anunciar que o poema “O Minuto do Orvalho” foi selecionado e será publicado no Anuário da Nova Poesia Brasileira 2016, pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores.

Escrevi o referido poema em 06 de agosto de 2015, para minha filha Joana. Caso queira ler, basta acessar o link clicando na imagem abaixo:Sem título

Abraços, e até breve!