Máquina de escrever

Sem título

Ontem fiz uma mudança radical no meu pequeno espaço de criação. Digo assim porque não tenho um escritório em casa, apenas um canto da sala com uma velha mesa para máquinas de escrever que apoiava um notebook HP.

A mudança? Saiu o computador, entrou uma linda máquina de escrever Olivetti Lexikon 80 “novinha”.

Acima, uma estrofe datilografada com o referido aparato tecnológico.

As vantagens? Imediatismo. Certeza. Aqui não existe uma tecla “delete”. Não existe uma segunda chance. O papel branco está lá, pronto para receber os tipos que o poeta há de bater – e é bom que ele saiba o que quer bater. Senão é perda de tempo e de papel.

Além do mais, aqui nada se perde. Pensou, datilografou, está registrado. Não tem esse papo de “deseja salvar as alterações em…” – Não há opção.

A máquina, estimados leitores, é um espelho da vida. Simples assim.

3 pensamentos sobre “Máquina de escrever

  1. Lexicon 80, levou-me à sala de aulas de datilografia. Ouvi até pulsações do coração, pela proximidade com aquela aluna, um pouquinho mais velha que eu , mas muito , muito atraente. Um baita clima!!
    Obrigado poeta!!

    Curtido por 1 pessoa

  2. Pingback: Máquina de escrever – Inspire-se

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